quinta-feira, julho 19, 2018

Avante a República Galega - Em Ferrol, decorrerá umha ruada patriotica polas ruas do bairro da Madalena, este sábado 21 de julho que sairá às 12:30hs desde a Praça do Hino Galego de Esteiro


Sábado 21 às 12.30hs e por 4º ano consecutivo decorrerá a ruada patriótica polas ruas do bairro da Madalena. A saída será na Praça do Hino Galego em Esteiro.

A iniciativa parte de diversas entidades soberanistas da comarca de celebrar com umha Ruada Patriótica e festiva a comemoraçom do Dia da Pátria Galega deste ano 2018, no que se cumpre o 50 aniversário da primeira ocasiom na que o nacionalismo galego pôs em valor a data de 25 de Julho dando-lhe carácter de reivindicaçom do feito nacional da Galiza.

Ato que conta coa participaçom da Fundaçom Artábria, Bng Ferrol, Isca mocidade, Galiza Nova, Causa Galiza, Semente Trasancos, Erguer- Estudantes da Galiza, CIG-Ferrol e BRIGA.

Chamam a participar na ruada: "Avante a República Galega".

______________

Cada ano que a RAG renega dele, Carvalho Calero é mais reconhecido autor das Letras Galegas!


Cada ano que a RAG renega dele, Carvalho Calero é mais reconhecido autor das Letras Galegas!


Dezassete entidades que trabalham na defesa do monolingüísmo social e o reintegracionismo assinam manifesto conjunto perante o novo episódio de despreço da RAG com o ilustre ferrolano Ricardo Carvalho Galego.

Cada ano que a RAG renega dele, Carvalho Calero é mais reconhecido autor das Letras Galegas!

Após umha década de reclamaçons procedentes de diversos coletivos culturais de base para que a Real Academia Galega dedique um Dia das Letras a Ricardo Carvalho Calero, por méritos bem conhecidos e indiscutíveis, a RAG continua a negar-se.

A atitude de desprezo dói, nom polo que podam pensar muitos membros da RAG, mas pola referencialidade que essa entidade centenária mantém ainda em alguns setores.

A atitude institucional e parainstitucional frente a umha figura de grande relevo intelectual e compromisso com o País, como é a de Carvalho Calero, é muito grave, porque nom é com sectarismo sistemático que se fai um país, nem negando-se a reconhecer quem, legitimamente, pensa de maneira diferente ao que marcam os cánones autonómicos.

Se algo tem mostrado esta década de negaçom constante é a vitalidade das ideias lingüísticas que Carvalho representa, sendo elas precisamente as que explicam a censura da RAG e o silêncio cúmplice da Junta da Galiza.

O tecido associativo de base que durante esta década reclamou o reconhecimento oficial de Carvalho Calero nom o fijo para convencer a RAG de nada. Figemo-lo para garantir que as ideias de Carvalho, compartilhadas por importantes setores do galeguismo já desde muito antes de a RAG existir, pudessem ser conhecidas por mais e mais galegos e galegas.

É por todo isso que, faga o que figer a RAG em futuros Dezassetes de Maio, Carvalho continuará a ser lembrado e reivindicado por cada vez mais galegos e galegas que rejeitam o sectarismo e apelam às ideias avançadas de quem foi primeiro Catedrático de Língua e Literatura Galega.

Continuaremos a difundir a obra de um dos grandes da nossa história contemporánea, autor de umha significativa obra literária nos mais diversos géneros e destacado teórico do reintegracionismo lingüístico.

Enquanto houver Povo Galego, garantimos que Carvalho terá um lugar na memória e na prática coerente em defesa da Galiza e da sua língua.

Galiza, julho de 2018

Associaçom de Estudos Galegos (AEG)
Associaçom Galega da Língua (AGAL)
BRIGA
Coletivo Terra (Eume)
CS A Galheira (Ourense)
CS A Gentalha do Pichel (Compostela)
CS Gomes Gaioso (Corunha)
CS A Revolta (Vigo)
CS Fuscalho (Baixo Minho)
CS Madia Leva (Lugo)
CS Xebra (A Marinha)
Diário Liberdade
Escolas de Ensino Galego Semente
Fundaçom Artábria (Trasancos)
GalizaLivre
Local Social Faisca (Vigo)
SCD do Condado (Condado)

--
Travessa de Batalhons nº7   Esteiro
15403 Ferrol - GALIZA
Telefone:  +34 981 35 29 86
www.artabria.net

Segue-nos em twitter @fartabria e em facebook!
 ....

A Fundaçom Artábria é um projecto popular em defesa da língua e cultura nacional, os valores solidários e os direitos históricos da Galiza. Entidade de carácter sociocultural sem ánimo de lucro que está declarada de Interesse Galego e classificada de interesse cultural, com o nº 54 no registo de fundaçons da Xunta de Galicia.

Enviado por:
Fundaçom Artábria
-artabria@artabria.net-
16 de julho de 2018 13:26

___

Presentación en Ares do libro: 'A fuxida do bou Ramón', este venres 20 de xullo, ás 8 da tarde, no local da Alianza Aresana, organizado polo Concello de Ares e a A.C. Memoria Histórica Democrática


Presentación do libro: "A fuxida do Bou Ramón".


Ilustrado por Fernando Ocampo e escrito polos historiadores e investigadores Eliseo Fernández e Enrique Barrera.

​En 1929 un grupo de 27 republicanos, logo de tres anos agachados para non ser vítimas da represión, partiron de Ares, nunha epopeia de liberdade, dignidade e supervivencia. Neste libro - que será entregado gratuitamente aos asistentes - nárrase esta historia e os roteiros posteriores dos seus protagonistas.

Presentación en Ares do libro: 'A fuxida do bou Ramón', este venres 20 de xullo, ás 8 da tarde, no local da Alianza Aresana, organizado polo Concello de Ares e a A.C. Memoria Histórica Democrática.
---

​Mercando a nosa chapa (1,50 €) axudas á Recuperación da Memoria.

Visita as nosas páxinas web:
www.memoriahistoricademocratica.org
http://memoriahistoricademocratica.wordpress.com
En facebook: Memoria Historica Democratica.
En twitter: Memoria Ferrol  @memoriaferrol.

Info baseada na enviada por:
Memoria Histórica Democrática
-memoriahistoricademocratica@gmail.com-
18 de julho de 2018 11:45

_______________

Como noutras cidades e vilas da Galiza, en Ferrol e n'As Pontes, este venres 20 de xullo, ás 8 da tarde, van ter lugar actos de repulsa e denuncia, ante un novo crime machista, non ao feminicidio


Convocatoria Concentración
por feminicidio: Venres 20, ás 20 hs no Concello de Ferrol e n'As Pontes, na Praza do Hospital.

Convocatoria da Marcha Mundial das Mulleres de Ferrolterra:

Venres, 20 de Xullo, ás 20 hs

Diante do Concello de Ferrol.

Tamén ás 20 horas, do mesmo día, n'As Pontes, na Praza do Hospital

Novo feminicidio na Galiza, desta volta na Coruña. Baixo a escusa de asistir á compañeira enferma un home degola á súa muller. Estamos fartas de violencia e estamos fartas de escusas, cortarlle o pescozo a unha persoa non é coidar nin acompañar!!. O feminismo galego resposta nas rúas!

#BastaDeFeminicidios

#OMachismoMata

Info baseada na enviada pola:
Marcha Mundial Ferrolterra
-mmmferrolterra@gmail.com-
19 de julho de 2018 16:57

________________

quarta-feira, julho 18, 2018

Atos com motivo do Dia da Pátria - O 18 de julho umha jornada lúdico-reivindicativa - Sábado 21 a ruada patriótica polas ruas do bairro da Madalena de Ferrol, na praça do Hino Galego, às 12:30hs - O mesmo sábado 21 Festa do Dia da Pátria na Fundaçom Artábria e Concerto com Tecor Societário e Farrapos de ghaita


Atos com motivo do Dia da Pátria


Com motivo do Dia da Pátria o próximo 25 de julho, entidades soberanistas convocam diferentes atos na nossa cidade durante esta semana.

Quarta-feira, 18 de julho, a mocidade independentista convoca no nosso Centro Social umha jornada lúdico-reivindicativa para socializar a mobilizaçom nacional que decorrerá o próximo 24 de julho nas ruas de Compostela, e que conta com o apoio de mais de 20 entidades entre elas o da Fundaçom Artábria.


Sábado 21 às 12.30hs e por 4º ano consecutivo decorrerá a ruada patriótica polas ruas do bairro da Madalena. A saída será na Praça do Hino Galego em Esteiro. A mobilizaçom conta com o apoio, além da nossa associaçom, do Bng Ferrol, Isca mocidade, Galiza Nova, Causa Galiza, Semente Trasancos, Erguer. Estudantes da Galiza CIG-Ferrol e BRIGA.


No mesmo dia, à tarde, decorrerá a Festa do Dia da Pátria na Fundaçom Artábria. Desde as 20.30h haverá grelhada popular com chouriços a 2 euros. Às 22.30hs e com entrada de graça concerto com Tecor Societário e Farrapos de ghaita.

Desde Trasancos pola construçom nacional

A Fundaçom Artábria trabalha para que o nosso país esteja no lugar que lhe corresponde no espaço europeu e contribuímos com o nosso pequeno grao de areia na construçom nacional da Galiza, é por isso que:

1.- Apelamos à participaçom ativa em todas aquelas iniciativas patrióticas promovidas nos próximos dias ao longo da Naçom que reclamem a soberania e a independência nacional da Galiza.

2.- Apelamos à exibiçom da bandeira nacional nas varandas, janelas, fachadas de casas e vivendas da nossa base social.

--
Travessa de Batalhons nº7   Esteiro
15403 Ferrol - GALIZA
Telefone:  +34 981 35 29 86
www.artabria.net

Segue-nos em twitter @fartabria e em facebook!

....

A Fundaçom Artábria é um projecto popular em defesa da língua e cultura nacional, os valores solidários e os direitos históricos da Galiza. Entidade de carácter sociocultural sem ánimo de lucro que está declarada de Interesse Galego e classificada de interesse cultural, com o nº 54 no registo de fundaçons da Xunta de Galicia.


Enviado por:
Fundaçom Artábria
-artabria@artabria.net-
16 de julho de 2018 13:14

__________

sábado, junho 30, 2018

Lembrando a Ramón Muntaraz, no décimo aniversario do seu pasamento


RECORDO DE RAMÓN MUNTXARAZ


Cúmprense, o final do mes de xuño, dez anos da morte de Ramón Muntxaraz.

Medra a súa figura co tempo e van facéndose máis valiosas actitudes, feitos, compromisos.

Rendémoslle dende aquí un recordo sentido e destacamos del, neste espazo, para nós e para quen nos comprende, a súa crítica e tensión coas institucións psiquiátricas e a actitude combativa que sostivo contra a inxustiza.

Tamén salientamos dous feitos: a súa defensa da liberdade de expresión exercéndoa e asumindo os riscos e os custos de facelo, e a identificación que fixo con este país que adoptou como seu e que defendeu, entre outras accións, facendo súa a nosa lingua.

Agrándase nestes tempos máis aínda, cando no Día das Letras se ven de recoñecer o valor doutra muller que, sen ser nacida aquí, tamén fixo seu o galego e nolo devolveu máis rico e vivo, ou cando voltamos a ver que a crítica ás institucións psiquiátricas vai seguida de ameazas contra quen as fai.

Aprendemos de persoas coma el as actitudes necesarias ante a inxustiza e a impostura, e tamén os compromisos que merecen contraerse.

Carta de despedida ao Povo Galego (carta-testamento de Ramón Mutxaraz)

Sentenza do Tribunal Constitucional

Galicia Hoxe

El PaísAGSM (px 233 e seguintes)

Publicado o 29 de xuño de 2018, polo Movemento Galego da Saúde Mental:

http://movementogalegosaudemental.gal

Enlace relacionado de interese:

Ramom Muntxaraz, umha vida de combate e militáncia ao serviço do povo galego. | Ir á Web.
____________________

VII ediçom do afamado Concurso Ártabro de Elaboraçom de Tortilha de Patacas, o Sábado 30 de junho - Queres saber como participar?


VII ediçom do afamado Concurso Ártabro de Elaboraçom de Tortilha de Patacas


Sábado 30, chega a VII ediçom do afamado Concurso Ártabro de Elaboraçom de Tortilha de Patacas. As bases para participar estám no nosso web.

Esta ediçom pode ser a que marque quem é @ melhor cozinheir@ de tortilhas da Comarca, já que Borxa Martinez Louro Gloria Martínez Quintiáne Francisco Maceira levam duas ediçons ganhadas cada um/umha. Quem será @ master-chef das tortilhas? Chegará um novo ou umha nova ganhadora?

Queres saber como participar?

É muito fácil: preparar umha tortilha de tamanho médio (Entre 20 e 25 cm de diámetro) que, obrigatoriamente, deverá incluir ovos e patacas, e trazê-la entre as 19.00 e 20.45 à Fundaçom Artábria na sábado 30 de junho.

Poderá participar qualquer pessoa.

Podes acrescentar, se assim o desejares, os teus ingredientes secretos ou favoritos à base de ovos+patacas, para conseguir a melhor tortilha do concurso.

Cada concorrente apresentará umha só tortilha.

O júri popular avaliará o sabor, a criatividade, a grossura, a originalidade e a apresentaçom da mesma.

Cada tortilha será identificada com um número que se anotará no exterior dum envelope fechado, em cujo interior figurará a folha de inscriçom (nome da ou do concorrente, apelidos, correio-e, telefone)

A decisom do júri fai-se pública no fim da degustaçom das tortilhas.

O júri será composto polas pessoas que assim o desejarem, pagando umha inscriçom de 3 euros, que lhe permitirá degustar todas as tortilhas apresentadas.

Haverá 4 prémios, 3 para as primeiras classificadas e a clássica culher de pau para a última classificada.

--
Travessa de Batalhons nº7   Esteiro
15403 Ferrol - GALIZA
Telefone:  +34 981 35 29 86
www.artabria.net

Segue-nos em twitter @fartabria e em facebook!

....

A Fundaçom Artábria é um projecto popular em defesa da língua e cultura nacional, os valores solidários e os direitos históricos da Galiza. Entidade de carácter sociocultural sem ánimo de lucro que está declarada de Interesse Galego e classificada de interesse cultural, com o nº 54 no registo de fundaçons da Xunta de Galicia.


Enviado por:
Fundaçom Artábria
-artabria@artabria.net-
25 de junho de 2018 17:01

_________

quinta-feira, junho 28, 2018

Os Tribunais volven a condenar á Xunta pola pésima xestión da Risga - Unha pequena vitoria máis conseguida grazas ao esforzo e valentía dunha perceptora da RISGA cansa de ser obxecto de control e maltrato por parte da Xunta


Unha moi interesante nova, envian-nos as compañeiras e compañeiros de ODS de Coia (Vigo) en referencia a unha nova sentenza, logo de gañar (En 23 de novembro de 2016) contra a Consellaría de Política Social da Xunta de Galicia no Xulgado do Contencioso Administrativo de Vigo, unha moi importante sentenza onde lle daba a razón á persoa afectada (Lucia) por está negar-lle o Risga, por estar vivindo na mesma vivenda onde outra persoa cobraba a mesma renda de inxerción social. Despois de condenada a Consellaría de Política Social, Lucia "reclamou á Xunta os danos e prexuízos sufridos con esa decisión, tales como o aumento dos gastos que supuxo o cambio de vivenda, a mudanza... e sobre todo, o padecemento moral e a angustia psicolóxica que dita situación lle provocou… Coma sempre a Xunta negou dita responsabilidade, e Lucía tivo que volver aos Tribunais...". De novo unha sentenza da-lle a razón...

Hai pouco máis dun ano contábamos como Lucía, unha rapaza da nosa cidade, viña de gañar unha batalla persoal e xudicial coa Xunta [1].

Lucía recorreu no Xulgado a resolución da Xunta que a obrigaba á mudarse de domicilio por estar convivindo con outra perceptora da RISGA, baixo ameaza de retirarlle a prestación. Lucía levou dita decisión á vía xudicial e o Xulgado Contencioso Administrativo nº1 de Vigo, deulle a razón e ditou sentenza anulando dita resolución por ser contraria a dereito.

Así a sentenza deixaba claro que a Xunta non pode prohibir a percepción de máis dunha RISGA por domicilio e literalmente sinalaba: “Sería INVEROSÍMIL que dúas persoas que perciben sendas prestacións para eludir a sua exclusión social tiveran que excluírse mutuamente, para non incorrer en esaxerada inclusión”.

Ante dita resolución xudicial, Lucia reclamou á Xunta os danos e prexuízos sufridos con esa decisión, tales como o aumento dos gastos que supuxo o cambio de vivenda, a mudanza... e sobre todo, o padecemento moral e a angustia psicolóxica que dita situación lle provocou… Coma sempre a Xunta negou dita responsabilidade, e Lucía tivo que volver aos Tribunais.

Novamente, o Xulgado do Contencioso Administrativo de Vigo volveu a darlle a razón a Lucía e ditou a sentenza nº 153/2.018 de 20 de xuño pola que se declara a responsabilidade da Consellería de Política Social e a condena a responder polo sufrimento e prexuízos causados á compañeira, por medio do aboamento dunha indemnización económica á mesma.

Unha pequena vitoria máis conseguida grazas ao esforzo e valentía dunha perceptora da RISGA cansa de ser obxecto de control e maltrato por parte da Xunta. Como a todas nós, Lucía estaba farta das políticas miserentas desta Consellería, incapaz de solucionar os problemas das persoas, e que lonxe de garantir unha vida digna para todas, afonda na exclusión e no empobrecemento.

Non podemos seguir soportando estas situacións. Compre dicir basta. Compre unha solución íntegra e digna para as persoas. Compre a Renda Básica das Iguais e moitísimo máis, xa!

Coia, xuño 2018

Documentación.

Sentenza 000153/2018 do Xulgado do Contencioso-Administrativo de Vigo  nº1 do 20 de xuño de 2018. | Acceder/Baixar.

[1] Un xuíz recoñece que nun mesmo domicilio poden convivir varias perceptoras de RISGA. | Contencioso Administrativo nº1 de Vigo, na sentenza nº 389 de 23/11/2016. | Por ods de coia on Mar, 31.01.2017. | Ir á Web.

OFICINA DEREITOS SOCIAIS - COIA (ODS-Coia)
odscoia.arkipelagos.net | odscoia@riseup.net |@odscoia | tel: 696 618 732 - 679 758 663. | Estamos os luns de 17h00 a 19h00 en Coia, nos locais da parroquia do Cristo da Vitoria (rúa Baiona 9, Vigo).
______________

O concelleiro da esquerda André Abeledo 'acusa' a Augas de Galicia de irresponsable ao non asumir as súas funcións para dar unha saída ao 'conflito' do saneamento da marxe norte da Ría


André Abeledo acusa a Augas de Galicia de irresponsable, e tamén de non cumprir coas súas funcións como responsable máximo do saneamento da ría e da EDAR.

Insistimos en que debe ser Augas de Galicia a mediadora a hora de buscar solucións, e tamén quen debe facer un estudo para que se coñeza cal e o custo real do servizo.

O Concello de Narón non ten porque presupoñer que os datos dados por unha empresa como EMAFESA sexan os correctos, debe ser a Xunta de Galicia a que supervise e busque unha solución a unha situación que en gran parte esta provocada pola irresponsabilidade e a inoperancia de Augas de Galicia.

Entendemos que o Concello de Narón non ten, nin debe ter ninguha vinculación con EMAFESA, e que tanto a depuración como a EDAR son responsabilidade de Augas de Galicia que debe ser quen cobre ao noso Concello por este servizo directamente.

Continuamos a defender que a concesión do servizo de depuración a nivel supramunicipal non pode ser dada a dedo a EMAFESA.

Recordemos que as instalacións da EDAR teñen un carácter supramunicipal, son de titularidade da administración estatal, e dependen da Xunta de Galicia (Augas de Galicia) e non son propiedade de ningún Concello ou empresa.

Abeledo defende que os Concelleiros e Concelleiras de Narón temos a obriga de defender os intereses da nosa veciñanza. Por este motivo apoiaremos a "Proposta de Alcaldia" ao Pleno de mañá Xoves día 28 de Xuño.

GRUPO MUNICIPAL DE EU NARÓN

Enviado por:
Naron Esquerda Unida
-eu-naron@esquerdaunida.org-
27 de junho de 2018 16:17

________________________

Proxección, en Pontedeume, do documentario 'A ameaza do cobre', dirixido por Xosé Bocixa. Contaremos coa presenza de representantes da Plataforma Veciñal Mina Touro - O Pino NON, acto organizado polo Colectivo Terra, este xoves 28 de xuño, ás 8 da tarde, na Casa da Cultura de Pontedeume


Proxección do documentario "A ameaza do cobre"

O Colectivo Terra organiza este xoves 28 de xunho, ás 8 da tarde, na Casa da Cultura de Pontedeume, a proxección do documental 'A ameaza do cobre', dirixido por Xosé Bocixa. Contaremos coa presenza de representantes da Plataforma Veciñal Mina Touro - O Pino NON. 

Tralo clamor multitudinario que encheu as rúas de Compostela, onde milleiros de persoas deixamos claro que non queremos outra herdanza envelenada, chega a Pontedeume o documental que pretende amosar o risco que supón un proxecto destas características para a poboación. A empresa de Cobre San Rafael quere apoderarse de 500 hectáreas de terreos agrícolas e forestais que son a base de moitas explotacións agrarias. Estamos perante un proxecto baseado na planificación de quince anos de megaminaría intensiva, con maquinaria pesada traballando as 24 horas do día e voaduras diarias. Apenas década e media de extracción na que se crearían dous depósitos de residuos e catro vertedoiros, que ocuparían un total de case 300 hectáreas. En definitiva, un legado en forma de enorme balsa de lodos tóxicos composta por 50 millóns de metros cúbicos de residuos da mina, que porá en risco a saúde das persoas, os acuíferos da zona, o río Ulla e os bancos marisqueiros de Arousa.

Dende o Colectivo Terra queremos amosar o noso rexeitamento a este tipo de proxectos agresivos que ponhen en risco a vida das persoas. Non podemos permitir a prevalencia deste modelo de explotación colonial onde os de sempre se apropian dos nosos recursos naturais a cambio de miseria edulcorada coa promesa de postos de traballo (precario). Como aconteceu históricamente na Galiza, os beneficios económicos marcharán cara os petos dos piratas dos despachos, namentres no territorio quedará a desfeita medioambiental.

Entre todas botaremos atrás este proxecto. Galiza non é unha mina!

http://www.colectivoterra.gal/

Enviado por:
Colectivo Terra
-colectivoterra@gmail.com-   
27 de junho de 2018 12:32

______________

Asemblea aberta constituínte da Plataforma de Ferrolterra na defensa das pensións públicas, xoves 28 de xuño, ás 7 da tarde no Ateneo Ferrolán


O vindeiro xoves, 28 de xuño, ás 19:00 horas, está convocada unha Asemblea no Ateneo Ferrolán (Rúa Magdalena, 2002) que ten por obxectivo a creación con persoalidade xurídica como Asociación sen ánimo de lucro da Plataforma de Ferrolterra na defensa das pensións Públicas.

Para iso procederemos á presentación do proxecto de Estatutos e redactarase unha acta de constitución da Plataforma que será, unha vez aprobadas, asinada por todos e todas as/os asistentes en calidade de  fundadores/as da Asociación.

Elixiranse os cargos determinados pola lexislación vixente e constituirase a Comisión de coordinación da Plataforma.

Tamén decidiremos sobre a nosa integración na estrutura galega de defensa dos sistema público de pensións coñecida como MODEPEN.

Queremos facer un chamamento a todas as asociacións para que difundan entre os seus asociados e asociadas esta convocatoria co obxectivo de lograr a maior participación posible e constituir órganos de xestión da Plataforma plurais.

Contamos coa vosa colaboración. Enviámosvos as invitacións que estamos a repartir entre a cidadanía para favorecer a participación e a pluralidade.

Saúdos.

 Plataforma de Ferrolterra na defensa das pensións públicas

https://www.facebook.com/DefensaPensionsFerrolterra/

Correo-e: plataf.pensionspublicas.ferrol@gmail.com

Sitio oficial do Movemento Galego pola Defensa das Pensións. Modepen.

| Web | Twitter | Facebook | Youtube |


Enviado por:
Plataforma Pensións Públicas Ferrol
-plataf.pensionspublicas.ferrol@gmail.com-
27 de junho de 2018 08:41

_______

quarta-feira, junho 20, 2018

Perigo, aviso urxente: Un buque Gaseiro LNG, ten previsto a entrada na Ría, para atracar en Reganosa - Este faría o número 237, cargado con GNL, aumentando potencialmente o perigo, para as persoas que moramos na contorna da Ría - O Comité Cidadán de Emerxencia ten convocado unha concentración ás 8 da tarde do mesmo día, xoves 21 de xuño, diante do Edificio da Xunta, na Praza Amada Garcia


Un buque Gaseiro LNG,
ten previsto a entrada na Ría
para
atracar en Reganosa.
Este faría o número 237, cargado con GNL,
aumentando potencialmente o perigo,
para a as persoas que moramos na contorna da Ría.
O Comité Cidadán de Emerxencia, convoca

CONCENTRACIÓN
Xoves 21 de xuño, ás 8 da tarde
(Novo horario)
Edif. Admtvo. da Xunta de Galicia.
Pza. Amada Garcia - Ferrol

PLANTA DE GAS: PECHE XÁ!

O Comité Cidadán de Emerxencia para a aRía de Ferrol, quere poñer, unha vez máis, ao descuberto a corrupción política e económica que subxace en todo este despropósito que despois de catro sentenzas do Tribunal Supremo en contra da Planta de Gas, o Goberno Español do ex-presidente, daquela en funcións, Mariano Rajoy, dun partido corrupto até o espiñazo, que mediante unha resolución gubernamental, eximiu a Reganosa de ter que someter-se a avaliación ambiental, intentando saltar-se deste xeito as sentenzas condenatorias que declaran ilegal, á perigosa planta regasificadora (Asunto que xa temos recorrido).
____________

Presentación do proxecto de xornal diario en galego na nosa Comarca - O Diario Galego presenta-se en Narón o 20 de xuño e en Ferrol o 21 - As promotoras de 'Sermos - O Diario Galego', están percorrendo toda Galiza, presentando un proxecto moi necesario para a liberdade de expresión, para a nosa lingua e para a nosa supervivencia como Pobo


Continua a campaña para dar a coñecer naen toda Galiza o proxecto para a saída de Sermos O Diario Galego, para o que son precisas 3 mil subscricións antes do 31 de xullo.

As promotoras de "Sermos - O Diario Galego", están percorrendo toda Galiza, presentando un proxecto moi necesario para a liberdade de expresión, para a nosa lingua e para a nosa supervivencia como Pobo.

Hoxe e mañá estarán nos dous concellos de máis poboación da nosa Comarca: Narón e Ferrol.

Narón.-

A cuarta feira, 20 de xuño, presentarase "Sermos - O Diario Galego" en Narón, no Café Teatro (Pazo da Cultura), ás 20.30 horas. Convocado pola Concellaría de Promoción Económica, no acto tomarán a palabra Pablo Villamar, concelleiro de Promoción Económica; Lidia Romero, presidenta da A.C. Xebra, e Nicolasa Castro, membro do Consello de Administración de Sermos Galiza.

Ferrol.-

Na quinta feira, día 21, ás 20 horas, o antigo Hospicio de Ferrol acollerá a presentación do diario. Convocado pola Sociedade Cultural Medulio, no acto intervirán Elia Rico, presidenta de Medulio; Leandro Lamas, pintor e ilustrador; Paula Carballeira, actriz, e Nicolasa Castro, membro do Consello de Administración de Sermos Galiza.

Toda a info en:

https://www.odiariogalego.gal/
________________

O Supremo rexeita o método de Facenda para calcular os impostos na compra de vivendas - Non ve 'idóneo nin adecuado' o sistema de liquidación do Imposto de Transmisións Patrimoniais, en mans das comunidades autónomas


O Supremo rexeita o método de Facenda para calcular os impostos na compra de vivendas. | Non ve "idóneo nin adecuado" o sistema de liquidación do Imposto de Transmisións Patrimoniais, en mans das comunidades autónomas.


O Tribunal Supremo estableceu que "non é nin idóneo nin adecuado" o método de comprobación do valor real dos inmuebles, aos efectos do cálculo do Imposto sobre Transmisións Patrimoniais (ITP), consistente en multiplicar o valor catastral por un coeficiente, salvo que devandito método se complemente cunha "comprobación directa" por parte da Administración do inmóbel concreto sometido a valoración.

Así o determinou a Sala III do Contencioso Administrativo do Tribunal Supremo, que fixou doutrina en catro sentencias ditadas nos últimos días, onde examinou os recursos da Xunta de Castilla-A Mancha, que pretendían elevar o valor declarado por catro contribuíntes para liquidar o ITP, das vivendas que adquiriron no ano 2012 á inmobiliaria do Banco Santander en Seseña (Toledo), despois de que dita entidade adxudicásese estes inmóbeis que formaban parte das promocións de 'El Pocero' nesa localidade toledana.

Os catro cidadáns declararon como valor o prezo declarado na escritura pola compra, que oscilaba entre os 65.000 e os 82.000 euros, pero a Consellería de Facenda elevou o valor a entre 120.000 e 130.000 euros, aplicando o método de cálculo a efectos fiscais que, de acordo coa Lei Xeral Tributaria, supón multiplicar o valor catastral polo coeficiente do municipio establecido nunha orde da comunidade autónoma.

Como consecuencia de elevar o importe dos inmóbeis, a resultas de aplicar devandito método, os adquirentes dos inmóbeis tiveron que pagar un imposto máis elevado, situación que recorreron ao TSJ de Castilla-A Mancha, que en sentenzas agora confirmadas polo Supremo, deu a razón aos contribuíntes en contra da Facenda autonómica.

O Supremo establece como doutrina que o método de comprobación consistente na estimación por referencia a valores catastrais, multiplicados por índices ou coeficientes (artigo 57.1.b da Lei Xeral Tributaria), "non é idóneo" polo seu xeneralidade e falta de relación co ben concreto de cuxa estimación tratar no caso de bens inmóbeis nos que a base impoñíbel vén determinada legalmente polo seu valor real, salvo que tal método se complemente coa realización dunha actividade "estritamente comprobatoria" e "directamente relacionada" co inmóbel singular que se someta a valoración.

Así mesmo, engade que a aplicación dese método de comprobación "non dota á Administración dunha presunción reforzada de veracidade e acerto dos valores incluídos nos coeficientes, figuren en disposicións xerais ou non", así como que a aplicación de tal método para rectificar o valor declarado polo contribuínte esixe que a Administración exprese motivadamente as razóns polas que, ao seu xuízo, tal valor declarado non se corresponde co valor real, sen que baste para xustificar o inicio da comprobación a mera discordancia cos valores ou coeficientes xerais publicados polos que se multiplica o valor catastral.

A carga da proba corresponde á Administración

Ademais, o Supremo deixa claro a quen corresponde a carga da proba neste terreo alegando que "o interesado non está legalmente obrigado a acreditar que o valor que figura na declaración ou autoliquidación do imposto coincide co valor real, sendo a Administración a que debe probar esa falta de coincidencia".

No caso concreto examinado, os contribuíntes defenderon que a inmobiliaria vendedora levou a cabo unha drástica redución de prezos, amplamente publicitaria na urbanización onde compraron, atendendo ás condicións do mercado no ano 2012, en plena crise económica, polo que nada permite sospeitar que o prezo real que pagaron non fose o escriturado.

O Supremo contesta tamén á pregunta de si, en caso de non estar conforme, o contribuínte pode utilizar calquera medio de proba admitido en Dereito ou resulta obrigado a promover unha taxación pericial contraditoria para desvirtuar o valor real comprobado pola administración tributaria a través do citado método posto agora en cuestión.

Desta forma, o Tribunal Supremo confirma o seu xurisprudencia no sentido de que a taxación pericial contraditoria non é unha carga do interesado para desvirtuar as conclusións do acto de liquidación en que se aplican os mencionados coeficientes sobre o valor catastral, senón que a súa utilización é meramente potestativa.

Así, para opoñerse á valoración do ben derivada da comprobación da Administración baseada no medio consistente nos valores catastrais multiplicados por índices ou coeficientes, o interesado pode valerse de calquera medio admisible en Dereito, debendo terse en conta o establecido sobre a carga da proba que recae na Administración.

Tamén sinala a sentenza que no seo do proceso xudicial contra o acto de valoración ou contra a liquidación derivada daquel, o interesado pode valerse de calquera medios de proba admisíbeis en Dereito, sexan ou non propostos ou practicados na obrigatoria vía impugnatoria previa. E fixa tamén a Sala que a decisión do Tribunal de instancia que considera que o valor declarado polo interesado axústase ao valor real, ou o fai en maior medida que o establecido pola Administración, constitúe unha cuestión de apreciación probatoria que non pode ser revisada no recurso de casación.

En relación á orde de Castilla-A Mancha de decembro de 2011, que establecía os diferentes coeficientes das poboacións, para valorar os bens inmobles, o Supremo indica que as explicacións sobre a metodoloxía usada para fixalos é "vaga" e "falta a expresión dunha soa razón que permita comprender que en 2007 o coeficiente para Seseña fose o 6,31 e cambiase a 1,88 no ano 2012, variación tan copernicana que merecería unha mínima explicación aos cidadáns, ausente en ambas ordes autonómicas e no seu acto de aplicación na liquidación".

A sentenza conta co voto particular dun dos seis maxistrados que a han dictado, Nicolás Maurandi, quen comparte o fallo de desestimar os recursos da Xunta de Castilla-A Mancha no caso concreto, pero defende en xeral que o uso dun sistema de coeficientes pode ser un instrumento "eficaz e acorde ao principio de seguridade xurídica", sempre que o contribuyente teña a posibilidade de facer valer ante a Administración os datos singularizados do concreto ben inmóbel que é obxecto de comprobación.

Fonte: Facua.

FACUA Galicia
Oficinas: Ramón Montenegro, 3, Bajo - 27002 Lugo
Horario: de lunes a viernes de 10:00 a 13:30 horas
Teléfono: 982 80 87 26
Correo electrónico: galicia@facua.org
En Internet: FACUA.org/galicia.

Enviado por:
Rubén Dopico
- ruben.dopico@gmail.com-
19 de junho de 2018 21:17
_______________

Roteiro: 'As Fragas do Eume, refuxio guerrilleiro' - Xornada de 'mergullo nas Fragas', un roteiro pola fraga até o refuxio de Suapena, o domingo 1 de Xullo de 2018 - Hai que anotar-se antes do martes 26 de xuño


Roteiro “As Fragas do Eume, refuxio guerrilleiro”.

Xornada de “mergullo nas Fragas”, un roteiro pola fraga até o refuxio de Suapena.

Domingo 1 de Xullo de 2018

Punto de encontro: Aparcadoiro do estanco da Lavandeira (Cabanas)

A dificultade é media: Os menores deben ir acompañados por un adulto.

Desplazarémonos en vehículos ata Xabaris, e den alí, farase o resto do roteiro camiñando uns 3km. á zona do Xardín, n'As Fragas.

Xosé Manuel Sardiña achegará comenta sobre o terreo.

Recoméndase levar auga e algo sólido para recuperar forzas.

Prevese o regreso a Lavandeira sobre às 14:00.

Lembrar que hai que anotar-se antes do 26 de xuño no tlf. 605355650 (Lan).

BETULA, Asociación para a Custodia do Bosque Atlántico, é unha asociación que procura a conservación e recuperación do patrimonio natural, cultural e paisaxístico a través da Custodia do Terra.

Betula, forma parte da Rede Galega de Custodia do Territorio.
http://betula-atlantico.eu/

Estamos no facebook e no twitter.

Escribe a:
custodia.betula@gmail.com

O se prefires chamarnos:
Inténtao no (+34) 651 884 692 ou (+34) 605 355 650

Enviado por:
Asociación Custodia Bosque Atlántico BETULA
-custodia.betula@gmail.com-
19 de junho de 2018 10:51

terça-feira, junho 19, 2018

O machismo mata, basta de feminicidios: mobilización en Ferrol, como noutras cidades e vilas da Galiza, diante dun novo asasinato machista n'O Porriño - Este mércores 20 de xuño, ás 8 da tarde, diante da Casa do Concello de Ferrol - Resposta do feminismo galego ante un novo feminicidio no noso país

O machismo mata!

Basta de feminicidios !

Resposta do feminismo galego ante un novo feminicidio no noso país.

Magdalena Moreira Alonso foi asasinada no Porriño polo seu marido.

Estamos fartas de ser asasinadas!

Querémonos Vivas!

O machismo mata, basta de feminicidios:

Concentración en Ferrol
, como noutras cidades e vilas da Galiza, diante dun novo asasinato machista n'O Porriño
.
Este mércores 20 de xuño, ás 8 da tarde, diante da Casa do Concello de Ferrol

"As mulleres decidimos"

Coordenadora Local de Ferrolterra da Marcha Mundial das Mulleres
mmmferrolterra@gmail.com
www.feminismo.info
https://www.facebook.com/marchamundialmulleres.galiza
twitter.com/MMMGaliza

Enviado por:
Marcha Mundial Ferrolterra
-mmmferrolterra@gmail.com-
19 de junho de 2018 15:48

__________________